palavras a mais... sentimentos a menos...
grito na escuridão do meu silêncio:
quero sentir!
Friday, December 21, 2007
Monday, December 17, 2007
...carícias
sentada, parada... encosto a cabeça contra o chão... o quarto que me envolve substitui o solo macio, frio, real da lua que deixei... Parti e deixei-a suspensa naquele alto a que recorro em tempo de preces, de desesperos, de encantos...
continuo parada, imóvel...
a gravidade da terra puxa-me inquietante e incessantemente para o chão... este que acaricio com o meu corpo, sinto a inércia. invade o meu espiríto, os pensamentos vacilam...
ali fico, deitada! olhos postos no tecto branco que imagino estrelado e que me retorna o olhar... sinto que a qualquer momento vai desabar em mim... como um despertador para a vida... diria, baixinho, durante a sua queda, mesmo antes de me esmagar com a intensidade da minha dor: acorda marisa...
"levanta-te, olha para mim!" segredava-me baixinho ao ouvido numa doçura eterna a voz quente da minha lua - estou à tua espera, volta... desce desse mundo, deixa-me mostrar-te a beleza... dar-te a força, a fé... deixa-me dar-te a vida!dar-te o amor
Monday, December 3, 2007
agarrada em mim

quero escrever-te coisas bonitas, minha lua... dizer-te o quão feliz estou agora que ousei descer à Terra...
a loucura não chega, o cor-de-rosa não é suficiente... o amor próprio partiu num expresso lunar! no último!
não existe o teu aconchego, falta-me a tua compreensão... passou tanto tempo e tudo permanece igual, nada se modifica, tenho uma vontade insã de fugir para perto de ti... para que me aqueças com a tua luz, me acalmes com a tua ternura, me invadas com essa força tão tua, uma força maior, capaz de acalmar a minha revolta, aceitar a minha tristeza... essa intensidade lunar.
também estou cansada...
a loucura não chega, o cor-de-rosa não é suficiente... o amor próprio partiu num expresso lunar! no último!
não existe o teu aconchego, falta-me a tua compreensão... passou tanto tempo e tudo permanece igual, nada se modifica, tenho uma vontade insã de fugir para perto de ti... para que me aqueças com a tua luz, me acalmes com a tua ternura, me invadas com essa força tão tua, uma força maior, capaz de acalmar a minha revolta, aceitar a minha tristeza... essa intensidade lunar.
também estou cansada...
Sunday, November 11, 2007
ali naquela beirinha...balançando-me...

a lua é ingrata tem uma força demais...maior... que nos enlouquece... nos entristece nos acaricia na sua forma terna, meiga, repleta de incertezas e dúvidas...
há algum tempo que não sentia esta força tomar conta de mim, dos meus pensamentos, dos sentimentos que invadem o meu inquieto espiríto...
ainda existo, aqui...presa em mim, bloqueada pela sua força... claro que ainda existo, e dentro desta loucura a minha insanidade aumenta... torna-se cada vez mais presente, mais intensa, invade a razão do meu ser... baralha as minhas incertezas...
és tu a minha loucura... parece que enlouqueci um pouco mais agora!
há algum tempo que não sentia esta força tomar conta de mim, dos meus pensamentos, dos sentimentos que invadem o meu inquieto espiríto...
ainda existo, aqui...presa em mim, bloqueada pela sua força... claro que ainda existo, e dentro desta loucura a minha insanidade aumenta... torna-se cada vez mais presente, mais intensa, invade a razão do meu ser... baralha as minhas incertezas...
és tu a minha loucura... parece que enlouqueci um pouco mais agora!
Thursday, October 25, 2007
Hoje é Lua Cheia!
se um pássaro duvidasse da mecânica das suas asas... pura e simplesmente não conseguiria voar...
marisinha*
Sunday, October 14, 2007
o meu cor-de-rosa...
por breves momentos pensei, que naquele meu mundo cor-de-rosa, sentadinha na beira dum satélite de brilho ofuscante... nada mais precisava que imaginar que a atmosfera que me invadia era feita de mil partículas de cor fúscia, respirar um ar repleto de sentidos do amor, da inquietude da paixão, invadir os meus sentidos com o perfume de momentos de felicidade...
pensava... não sentia... que as memórias, as lembranças, os escassos sentidos eram suficientes!
pensei, nunca senti, que era capaz de permanecer sentada, sozinha naquela lua, a contemplar, a relembrar, a observar a vida terrestre, uma vida a sério... admirar lá do alto... no meio do meu mundo cor-de-rosa, da minha lua, branca!
senti...sinto, não quero nunca pensar que a solidão é sozinha... não há cor-de-rosa que chegue!
pensava... não sentia... que as memórias, as lembranças, os escassos sentidos eram suficientes!
pensei, nunca senti, que era capaz de permanecer sentada, sozinha naquela lua, a contemplar, a relembrar, a observar a vida terrestre, uma vida a sério... admirar lá do alto... no meio do meu mundo cor-de-rosa, da minha lua, branca!
senti...sinto, não quero nunca pensar que a solidão é sozinha... não há cor-de-rosa que chegue!
hoje é domingo...
Monday, September 17, 2007
A rapariga Vodu

"É feita de retalhos,
tem pele de algodão
e muitos alfinetes coloridos
saídos do coração.
Tem um magnifico par
de olhos em espiral
por si utilizados
para hipnotizar namorados
Tem muitos zombies diferentes
de que nunca se cansa.
Até tem um zombie
oriundo de França.
Mas sabe que não pode vencer
a sua terrível maldição,
pois se alguém se aproxima dela
perfura-lhe o coração."
TIM BURTON
tem pele de algodão
e muitos alfinetes coloridos
saídos do coração.
Tem um magnifico par
de olhos em espiral
por si utilizados
para hipnotizar namorados
Tem muitos zombies diferentes
de que nunca se cansa.
Até tem um zombie
oriundo de França.
Mas sabe que não pode vencer
a sua terrível maldição,
pois se alguém se aproxima dela
perfura-lhe o coração."
TIM BURTON
Wednesday, September 12, 2007
lua, luar...
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